
Acho que é por aí...Into the Wild!



mesmo e assim vou o trajeto inteiro matutando os engodos da minha vida. Engodos afetivos, profissionais e familiares. Penso que não são dilemas únicos. Dilemas de alguém que é extremamente complicado ou coisa parecida. Nada disso. Todos devem ter os seus também. São apenas os meus.
Bem, isso eu já não sei, o que posso dizer que não é somente o surfar, mas sim é a própria relação com água, o movimento e gesto criado, o pôr-do-sol contemplado, o bate papo dentro do mar com os amigos. No momento do encontro, a água fria que bate no corpo ainda coberto pela fumaça dos carros e do concreto dos prédios nos limpando e revigorando. Daí em diante é virar bicho. Ficar em silêncio, apenas contemplando o barulho da parede do mar batendo na água, o vento terral que bate no corpo que nos dá arrepio. É aprendizado, já que nem sempre pegaremos todas as ondas e que os outros companheiros também possuem o direito de pegar as suas “boas”.